Dia reservado,para lembrar daqueles que já se foram.
Desde pequenos somos acostumados,ensinados,que palavra "morte" é uma coisa ruim,é o fim de tudo,talvez seja,mas é tudo questão de analisar com mais calma.
Não vou ser hipócrita,tentar passar uma mensagem em que temos que dar risada,festejar a partida de alguém,mas quero propôr um discernimento,ao qual é de minha opinião,ou seja,sabem como é,esse lance,o que é certo para mim,pode ser errado para você,e vice versa.
Ver o pai,mãe,tio,tia,vô,vó,amigo,dentro de um caixão,também conhecido como paletó de madeira,não é das tarefas mais fáceis,do nada,ver alguém,sem o sorriso,sem os movimentos,sem a voz,um ser sem vida,paralisado ali,na nossa frente.
Choramos,gritamos,nos desesperamos,por sermos apresentados ao acaso,à aquilo que não temos respostas certa,o incerto,e temos que nos consolar com alguma explicação,que nos conforte mais,vida após a morte,ou se simplesmente tudo acaba,se existe um outro plano,ou se isso aqui é aquecimento,pra vida de verdade,se voltamos,enfim,é um assunto que engloba,um universo,uma galáxia,e nunca saberemos a verdade.
Acredito,na consciência,que a morte sempre nos rodeia,anda conosco,paira sobre nossa família,nossos amigos,esperando pela hora certa,e nos é o único fato correto,com nosso futuro incerto,esquecemos desse acaso,e o que fazemos? Somos arrogantes,egoístas,ajudamos por interesse,passamos por cima de tudo e de todos por dinheiro,enaltecemos o ter ao invés do ser,discutimos,nos ofendemos,pelos assuntos mais bestas existentes,achamos que estamos vivendo,quando estamos encurtando nossa existência,como diria Cassiano Ricardo:
O Relógio
"Diante de coisa tão doida
Conservemo-nos serenos
Cada minuto da vida
Nunca é mais, é sempre menos
Ser é apenas uma face
Do não ser, e não do ser
Desde o instante em que se nasce
Já se começa a morrer."
Assim me despeço,esperando minha hora,pensem com carinho,com amor,naqueles que já partiram,e VALORIZEM quem VERDADEIRAMENTE está contigo,não espere a tal da morte para ter que engolir à seco esse choro,que poderia ter sido o mais belo dos sorrisos...
domingo, 2 de novembro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
Choque...
Você está mexendo em algo que conduz certa corrente elétrica,ou que armazena certa carga,e de repente,num piscar de olhos,é envolvido por uma descarga,seja pequena,média ou grande.
Imediatamente,recobramos os sentidos,ficamos atônitos,com o ocorrido,em seguida,identificamos onde cometemos o erro que desencadeou no acidente.
E na vida real,muda-se apenas os envolvidos,todos os dias somos submetidos à choques,mas de outra natureza,os temidos choques de realidade.
Dependendo do caso,são mais pesados,que os relatados,na primeira estrofe desse texto.
Quando se está na chamada zona de conforto,não sabemos,da densidade,profundidade,intensidade das ações que estamos cometendo,ou em que acarretarão num futuro próximo e incerto,nada é perigoso,nada é irreversível,enfim,tudo se pode,e nada se acontece.
E assim vamos indo,à tranco e barranco,se tropeçando,ora caminhando,ora rastejando,tendo a inconsequência como consequência,e de repente,sem esperar o choque,uma palavra,uma frase,um silêncio,uma atitude,ou uma falta também,somos expostos à essa descarga emocional.
E cabe à você,parar,analisar,recobrar os sentidos,escolher o que fazer,constatar,corrigir,refazer sua rota,ou continuar na tal zona de conforto,não perdendo nada,mas também não ganhando nada...
domingo, 19 de outubro de 2014
Objetivos De Um Plano Pleno Fracassado...
Revirar o quarto,buscar por algo,que não se sabe a serventia que terá,uma música que prolonga meu dia,e aumenta a porcentagem de satisfação de minha alma.
Na maior parte do tempo é isso,escrever e não ler,não ter destino,somente se preocupar com o tempo,executar com rapidez,sem se importar com qualidade.
Somos todos colecionadores de objetivos não alcançados,a culpa surge,e pesa cada vez mais.
Tentei não fazer isso,mas é mais forte que eu:
Linha de raciocínio que não raciocina,
mecanismo que não opina.
Não se atinge uma meta dessa forma,
Canso mas não alcanço pódio algum.
Um porre de sonhos,e uma ressaca de realidade,a depressão nessas e outras linhas é o que me guia,me alça,nisso pelo menos sou bom,e faço bem meu trabalho.Nunca soube lidar com otimismo,acho muito superficial,criar expectativas,para cantar algo,e quando lembro que nem afinado,ou ensaiado estou,caio nesse abismo sem fim,chamado:Eu.
Se me obrigassem à manter pensamentos positivos,certamente,fracassaria,nessa função,não quero emanar,nem passar imagem de algo que não sou,me deleito no mais insano,e ousado devaneio,que possa me confortar,repousar o mais calejado ser,chuva com sol,sol com chuva,sol com sol e nada de anoitecer,por horas,por dias,me perco nessa mania.
Quero e não quero mais,ouso sem ousar.
Nem me arrisco à pensar,ser de outro jeito.
Falo de mim,pra mim,e tu? Falas de ti?
Sem nexo,sem ordem,um plano pleno,do plano fracassado,sem nada à ser almejado...
Na maior parte do tempo é isso,escrever e não ler,não ter destino,somente se preocupar com o tempo,executar com rapidez,sem se importar com qualidade.
Somos todos colecionadores de objetivos não alcançados,a culpa surge,e pesa cada vez mais.
Tentei não fazer isso,mas é mais forte que eu:
Linha de raciocínio que não raciocina,
mecanismo que não opina.
Não se atinge uma meta dessa forma,
Canso mas não alcanço pódio algum.
Um porre de sonhos,e uma ressaca de realidade,a depressão nessas e outras linhas é o que me guia,me alça,nisso pelo menos sou bom,e faço bem meu trabalho.Nunca soube lidar com otimismo,acho muito superficial,criar expectativas,para cantar algo,e quando lembro que nem afinado,ou ensaiado estou,caio nesse abismo sem fim,chamado:Eu.
Se me obrigassem à manter pensamentos positivos,certamente,fracassaria,nessa função,não quero emanar,nem passar imagem de algo que não sou,me deleito no mais insano,e ousado devaneio,que possa me confortar,repousar o mais calejado ser,chuva com sol,sol com chuva,sol com sol e nada de anoitecer,por horas,por dias,me perco nessa mania.
Quero e não quero mais,ouso sem ousar.
Nem me arrisco à pensar,ser de outro jeito.
Falo de mim,pra mim,e tu? Falas de ti?
Sem nexo,sem ordem,um plano pleno,do plano fracassado,sem nada à ser almejado...
domingo, 5 de outubro de 2014
É e Era...
Era pra sorrir,acabo chorando.
Era pra escrever,acabo apagando.
Era pra comer,acabo dormindo.
Era pra dormir,acabo acordado.
Era pra curtir o dia,acabo abraçando a madrugada.
Era pra ter tudo,acabo sem nada.
Era pra beber,acabo por enlouquecer.
Naquele domingo,sentei,em frente à máquina de escrever,comecei soltando o verbo,em tudo
que era tempo verbal,percebi,percebo e perceberei,nada de absoluto nessas linhas,o tanto "era" que
foi citado acima,me acabou,me dilacerou,qualquer pensamento racional,normal.
É pra ser assim,e não é.
É pra olhar estrelas,olho pro chão.
É pra olhar a festa,olho pro balcão.
É pra ser menos depressivo,não consigo.
É pra buscar razão,não acho nenhuma solução.
É pra trocar palavras,troco por nada.
Sai daquela sala,o mais rápido possível,abandonei o que estava escrevendo,corri,corri,subi escadas,escalei
duas,três montanhas,e não tive coragem de olhar para trás,mas me esqueci,que só deixei o papel,os pensamentos
me acompanharam,a agonia de outrora,me serviu um copo de água bem gelada,direto do poço de minha alma.
Me encontrei em mim,por que era pra ser assim,
Me esqueci,me lembrei,me fiz de pouco.
Brinquei de ser normal,levei à sério ser louco.
Era ou é,foi ou vai,ontem ou hoje.
Temos,teremos,nos perpetuaremos,
Sem buscar,se animar,ou relaxar,
firme,forte,com azar,com sorte.
Sem nada para se fazer,é incrível como a mente,nos transforma,e nos faz expelir cada reflexão,confesso,que todo domingo
é assim,essa mania de escrever algo,já que não sou exposto ao esforço físico nessa dia,reservo um tempo para exercitar minha insanidade literária.
Mas que bobagem,com bagagem,toda essa loucuragem,misturo algo rimado,com texto descompassado.
Por hoje chega,fiquem com esses três pontos...
Era pra escrever,acabo apagando.
Era pra comer,acabo dormindo.
Era pra dormir,acabo acordado.
Era pra curtir o dia,acabo abraçando a madrugada.
Era pra ter tudo,acabo sem nada.
Era pra beber,acabo por enlouquecer.
Naquele domingo,sentei,em frente à máquina de escrever,comecei soltando o verbo,em tudo
que era tempo verbal,percebi,percebo e perceberei,nada de absoluto nessas linhas,o tanto "era" que
foi citado acima,me acabou,me dilacerou,qualquer pensamento racional,normal.
É pra ser assim,e não é.
É pra olhar estrelas,olho pro chão.
É pra olhar a festa,olho pro balcão.
É pra ser menos depressivo,não consigo.
É pra buscar razão,não acho nenhuma solução.
É pra trocar palavras,troco por nada.
Sai daquela sala,o mais rápido possível,abandonei o que estava escrevendo,corri,corri,subi escadas,escalei
duas,três montanhas,e não tive coragem de olhar para trás,mas me esqueci,que só deixei o papel,os pensamentos
me acompanharam,a agonia de outrora,me serviu um copo de água bem gelada,direto do poço de minha alma.
Me encontrei em mim,por que era pra ser assim,
Me esqueci,me lembrei,me fiz de pouco.
Brinquei de ser normal,levei à sério ser louco.
Era ou é,foi ou vai,ontem ou hoje.
Temos,teremos,nos perpetuaremos,
Sem buscar,se animar,ou relaxar,
firme,forte,com azar,com sorte.
Sem nada para se fazer,é incrível como a mente,nos transforma,e nos faz expelir cada reflexão,confesso,que todo domingo
é assim,essa mania de escrever algo,já que não sou exposto ao esforço físico nessa dia,reservo um tempo para exercitar minha insanidade literária.
Mas que bobagem,com bagagem,toda essa loucuragem,misturo algo rimado,com texto descompassado.
Por hoje chega,fiquem com esses três pontos...
domingo, 21 de setembro de 2014
Nem...
Nem um riso,nem um choro,
nem muito,nem pouco.
Nem nada,nem tudo,nem talvez
Nem dia,nem semana,nem mês.
Viver é essa mania de querer,nunca ter noção do que podemos,conforme crescemos,vamos podando os sonhos da árvore chamada vida,fazendo merda,adubando,e nem sempre iremos comer o fruto,varrer as folhas,perdemos muito tempo em não aceitar o que temos em mãos,não fazemos absolutamente nada,para transmutar,abraçar um novo plano,uma nova jornada,queremos porquê queremos e ponto.
Gastar energia,tempo em objetivos traçados na areia,que o vento apaga,esquecemos da lógica,da razão,desde sempre ouvimos e absorvemos que temos que lutar para realizar nossos sonhos,procurar por dias melhores,quando a solução está embaixo de nossos olhos o tempo todo.
O cúmulo da teimosia:Falar sozinho e não se ouvir.
Cada hábito que trago comigo,
É um desânimo amigo,um vício antigo.
Um violão sem corda,que não acorda ninguém.
Um gole de água,uma respiração profunda
Uma semana sem segunda.
Já sei que posso sofrer,perder,retroceder.
Vivemos tempos difíceis,pessoas entraram numa disputa pra ver quem tem o maior problema,e cada um defendendo o seu.
Perder tempo valorizando a fase ruim ou ganhar tempo achando uma solução,dá nisso,não termos a opção "todas as alternativas,citadas acima",sim e não,esquecemos do poder de um talvez.
Se for pra opinar,opine na sua vida,quem sabe pode ajudar alguém com mais utilidade.
Se for pra criticar,critique você mesmo,quem sabe,o que te incomoda nos outros,era um ponto de vista errado que se tinha.
Se for pra mandar alguém à merda,mande você mesmo,assim pensará bem antes de proferir tal sentença...
nem muito,nem pouco.
Nem nada,nem tudo,nem talvez
Nem dia,nem semana,nem mês.
Viver é essa mania de querer,nunca ter noção do que podemos,conforme crescemos,vamos podando os sonhos da árvore chamada vida,fazendo merda,adubando,e nem sempre iremos comer o fruto,varrer as folhas,perdemos muito tempo em não aceitar o que temos em mãos,não fazemos absolutamente nada,para transmutar,abraçar um novo plano,uma nova jornada,queremos porquê queremos e ponto.
Gastar energia,tempo em objetivos traçados na areia,que o vento apaga,esquecemos da lógica,da razão,desde sempre ouvimos e absorvemos que temos que lutar para realizar nossos sonhos,procurar por dias melhores,quando a solução está embaixo de nossos olhos o tempo todo.
O cúmulo da teimosia:Falar sozinho e não se ouvir.
Cada hábito que trago comigo,
É um desânimo amigo,um vício antigo.
Um violão sem corda,que não acorda ninguém.
Um gole de água,uma respiração profunda
Uma semana sem segunda.
Já sei que posso sofrer,perder,retroceder.
Vivemos tempos difíceis,pessoas entraram numa disputa pra ver quem tem o maior problema,e cada um defendendo o seu.
Perder tempo valorizando a fase ruim ou ganhar tempo achando uma solução,dá nisso,não termos a opção "todas as alternativas,citadas acima",sim e não,esquecemos do poder de um talvez.
Se for pra opinar,opine na sua vida,quem sabe pode ajudar alguém com mais utilidade.
Se for pra criticar,critique você mesmo,quem sabe,o que te incomoda nos outros,era um ponto de vista errado que se tinha.
Se for pra mandar alguém à merda,mande você mesmo,assim pensará bem antes de proferir tal sentença...
sábado, 20 de setembro de 2014
Viagem.
Olhei para o relógio, ele marcava 22h45.
Como de costume entrei e procurei dois lugares. Sentei, coloquei os fones e o capuz, e então pousei a mochila no banco que estava vazio.
Passamos alguns postes em alta velocidade.
- Oi. Sou eu.
Percebi nele um olhar perdido, triste. A cabeça imóvel pousada sobre o ombro.
- Tudo bem?
- Sinceridade? Não.
- Quer falar?
- Talvez. Eu poderia falar por horas.
- Eu estou aqui. Sempre que precisar só precisa me chamar.
- Obrigado, é o que me resta.
Ao nosso redor alguém trocava mensagens com o namorado, ou discutia sobre como foi o ótimo final de semana. Entre nós, só silêncio.
- Obrigado, tenho me sentido mais sozinho do que nunca. Falta de um abraço, um empurrão, ou uma mão. Estou perdido. Meu trabalho tá muito ruim, me falta coragem para mudar. Sinto que não vou conseguir
- A tua mudança tá ai dentro, só tu pode dar o passo e amadurecer isso.
- É eu sei.
- Ai dentro.
- Aqui dentro.
Uma dor imensa apareceu no meu peito, eu sabia exatamente o que ele estava passando.
Naquele momento ele encostou a cabeça no vidro, e pelo reflexo, percebi uma lágrima escapar pelo canto do olho. Senti um homem desmanchar.
Luzes acenderam, e então, peguei minha mochila do banco vazio e segui para o carro.
Agora não estou mais ali.
Estou aqui, escrevendo uma pequena história sobre algo que está fora do meu alcance, e que talvez seja, incompreensível para vocês.
Como de costume entrei e procurei dois lugares. Sentei, coloquei os fones e o capuz, e então pousei a mochila no banco que estava vazio.
Passamos alguns postes em alta velocidade.
- Oi. Sou eu.
Percebi nele um olhar perdido, triste. A cabeça imóvel pousada sobre o ombro.
- Tudo bem?
- Sinceridade? Não.
- Quer falar?
- Talvez. Eu poderia falar por horas.
- Eu estou aqui. Sempre que precisar só precisa me chamar.
- Obrigado, é o que me resta.
Ao nosso redor alguém trocava mensagens com o namorado, ou discutia sobre como foi o ótimo final de semana. Entre nós, só silêncio.
- Obrigado, tenho me sentido mais sozinho do que nunca. Falta de um abraço, um empurrão, ou uma mão. Estou perdido. Meu trabalho tá muito ruim, me falta coragem para mudar. Sinto que não vou conseguir
- A tua mudança tá ai dentro, só tu pode dar o passo e amadurecer isso.
- É eu sei.
- Ai dentro.
- Aqui dentro.
Uma dor imensa apareceu no meu peito, eu sabia exatamente o que ele estava passando.
Naquele momento ele encostou a cabeça no vidro, e pelo reflexo, percebi uma lágrima escapar pelo canto do olho. Senti um homem desmanchar.
Luzes acenderam, e então, peguei minha mochila do banco vazio e segui para o carro.
Agora não estou mais ali.
Estou aqui, escrevendo uma pequena história sobre algo que está fora do meu alcance, e que talvez seja, incompreensível para vocês.
domingo, 14 de setembro de 2014
É,tu vê né...
O ser humano tentando humano ser,
e sem perceber,se entender,
leva tudo ao seu redor para o abismo.
Nada disso,daquilo,muito menos de infinito.
Todos querem,todos abrem mão,
de voar,sem tirar o pé do chão.
Não quero nada desse jeito,
esperar deitado em meu leito.
Quero uma nova era começando,
um,dois,ou todos problemas afundando,
que tenha força para aguentar,ultrapassar
toda dor,ardor de uma vida sem sal.
Sob pressão,que as coisas se ajeitam,
que o sol e chuva o céu enfeitam.
Outro verso incerto,de um modo certo
Nenhum objetivo por perto...
e sem perceber,se entender,
leva tudo ao seu redor para o abismo.
Nada disso,daquilo,muito menos de infinito.
Todos querem,todos abrem mão,
de voar,sem tirar o pé do chão.
Não quero nada desse jeito,
esperar deitado em meu leito.
Quero uma nova era começando,
um,dois,ou todos problemas afundando,
que tenha força para aguentar,ultrapassar
toda dor,ardor de uma vida sem sal.
Sob pressão,que as coisas se ajeitam,
que o sol e chuva o céu enfeitam.
Outro verso incerto,de um modo certo
Nenhum objetivo por perto...
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